Bairros

Alpes do Vale
Bairro mais novo do município, foi criado somente em 2007, por iniciativa do então vereador Cleonir Bassani. A localidade se insere em uma área de preservação ambiental, por isso foi necessário redefinir os limites dos bairros Diehl, Roselândia e São José. Eles cederam, respectivamente, 50%, 30% e 20% dos lotes para o novo bairro. Conforme a justificativa do autor, o projeto objetivou facilitar o desenvolvimento de serviços no loteamento Alpes do Vale, existente há mais de 20 anos mas até então sem identidade própria, fato que gerava dificuldades para seus habitantes com relação a serviços de entregas e transporte.
Bairros limítrofes: Diehl, Roselândia e São José
Limite: Dois Irmãos
Habitantes: 1.453

Boa Saúde
Integra Novo Hamburgo há apenas 14 anos. A área pertencia a São Leopoldo e a anexação foi aprovada em plebiscito em outubro de 1995 e regulamentada pelo governo do Estado em dezembro do mesmo ano.
Bairros limítrofes: Petrópolis, Rincão e Primavera.
Limite: Estância Velha
Área: 6,9 Km²
Habitantes: 11.355
Residências: 2.581
Indústria: 24
Comércio: 70
Serviços: 64

Boa Vista
Recebeu este nome em 1956. Na época, a região era conhecida como Morro dos Cabritos, por causa das criações. Com a implantação de loteamentos, a população escolheu o lugar para morar por ser tranqüilo e oferecer vista privilegiada.
Bairros limítrofes: Rondônia, Jardim Mauá, Centro, Ouro Branco e Pátria Nova.
Área: 0,8 km²
Habitantes: 2.976
Residências: 1.220
Indústria: 41
Comércio: 87
Serviços: 284

Canudos
É o bairro que ocupa a maior área urbana do município e também tem a maior população. O nome é uma referência à Revolta de Canudos, ocorrida no fim do século 19, no interior da Bahia, e que foi imortalizada na obra Os Sertões, de Euclides da Cunha.
Bairro limítrofes: Lomba Grande, São Jorge, Hamburgo Velho, Rondônia, Jardim Mauá, Rondônia e Santo Afonso.
Limite: Campo Bom
Área: 14,1 Km²
Habitantes: 62.292
Residências: 13.155
Indústria: 415
Comércio: 969
Serviços: 1.146


Centro
No início do século 19, a região onde está o Centro da cidade era pouco valorizada. Foi a partir de 1868, com a construção da Estrada de Ferro entre Porto Alegre e Hamburgo Velho, que o local começou progredir. Adam Adolf, filho mais novo de Johann Peter Schmidt, herdou as terras onde estão as praças 20 de Setembro e Imigrante, justamente porque tinham pouco valor.
Bairros limítrofes: Boa Vista, Ideal, Jardim Mauá, Hamburgo Velho, Vila Nova, Guarani, Vila Rosa, Rio Branco e Pátria Nova.
Área: 1,05 km²
Habitantes: 7.879
Residências: 4.115
Indústria: 295
Comércio: 2.321
Serviços: 3.313

Diehl
Tem esse nome em homenagem ao imigrante vindo da Alemanhã, Emílio Diehl, que ali morou por mais de 60 anos. Destaca-se no bairro o loteamento Kephas, construído em 1978 em forma de mutirão, envolvendo Prefeitura e moradores.
Bairros limítrofes: Roselândia, São José e São Jorge.
Área: 2,21 Km²
Habitantes: 9.341
Residências: 2.143
Indústria: 127
Comércio: 205
Serviços: 347

Guarani
Um dos mais antigos bairros de Novo Hamburgo era conhecido como África, pois ali moravam famílias descendentes de escravos. O atual nome foi dado por uma associação de moradores, que em todas as reuniões utilizava uma bandeira com um índio estampado e, sob ele, duas mãos se apertavam, simbolizando a união.
Bairros limítrofes: Vila Nova, São José, Operário, Vila Rosa e Centro.
Área: 1,3 km²
Habitantes: 5.715
Residências: 3.010
Indústria: 69
Comércio: 131
Serviços: 384

Hamburgo Velho
Novo Hamburgo nasceu em Hamburgo Velho (Hamburger Berg). O primeiro lote de terra dado aos imigrantes é hoje a Sociedade Aliança.
Bairros limítrofes: Guarani, Jardim Mauá, Canudos, São Jorge, São José, Vila Nova e Centro.
Área: 1,3 km²
Habitantes: 2.625
Residências: 1.002
Indústria: 137
Comércio: 378
Serviços: 551

Ideal
Antes chamado de Vila Jaeger, tem este nome porque os primeiros moradores consideravam a área um lugar ideal para se viver. As belezas naturais e a proximidade com o Centro foram decisivas para o crescimento do bairro.
Bairros limítrofes: Industrial, Pátria Nova, Rio Branco, Primavera, Liberdade e Ouro Branco.
Área: 2,43 km²
Habitantes: 7.844
Residências: 1.292
Indústria: 241
Comércio: 401
Serviços: 780

Industrial
Está localizado nas terras que foram doadas em forma de sesmarias pelo imperador Dom Pedro I a Pedro Petry e a Jacob Kroeff Filho. No início, a área era chamada de vila e a chegada da Estrada de Ferro, na década de 1870, foi fundamental para o desenvolvimento da região.
Bairros limítrofes: Santo Afonso, Rondônia, Ouro Branco e Liberdade.
Área: 0,8 Km²
Habitantes: 2.704
Residências: 818
Indústria: 81
Comércio: 80
Serviços: 120

Liberdade
Há mais de 150 anos a família Smoll chegou onde hoje é o bairro Liberdade. Antes de ser demarcada , a área serviu como caminho para o transporte dos tambores de leite. O loteamento começou a ser feito na década de 50, por Willibaldo Horn.
Bairros limítrofes: Industrial, Santo Afonso, Ideal e Primavera.
Limites: São Leopoldo
Área: 1,9 Km²
Habitantes: 7.905
Residências: 2.746
Indústria: 220
Comércio: 376
Serviços: 441


Lomba Grande
Com 156,31 quilômetros quadrados, a área só foi anexada a Novo Hamburgo em 1940. O objetivo era oferecer mais um acesso ao município recém emancipado, que desde 1927 só tinha como entrada e saída a linha férrea e a estrada Getúlio Vargas, que deu origem a BR-116. O nome Lomba Grande está ligado a topografia da região.
Bairros limítrofes: Canudos e Santo Afonso.
Limites: São Leopoldo, Sapucaia do Sul, Gravataí, Taquara, Sapiranga e Campo Bom.
Área: 156,31 km²
Habitantes: 10.451
Residências: 827
Indústrias: 44
Comércio: 152
Serviços: 142

Jardim Mauá
O bairro é uma junção das vilas Fleck e Vogel e ganhou este nome quando a prefeitura decidiu eliminar a nomeclatura "vila" de diversas áreas da cidade. É uma das regiões habitacionais mais valorizadas de Novo Hamburgo.
Bairros limítrofes: Centro, Boa Vista, Canudos e Hamburgo Velho.
Área: 1,3 Km²
Habitantes: 5.811
Residências: 2.008
Indústria: 38
Comércio: 110
Serviços: 299

Operário
Tem este nome porque, inicialmente, abrigou diversos trabalhadores das indústrias (chamados operários), que vieram para Novo Hamburgo em busca de trabalho. Os primeiros prédios construídos, e ainda existentes, foram o Hospital Operário Darcy Vargas (hoje Municipal), Escola Técnica do Calçado Senai e o residencial IAPI (Instituto de Aposentados de Pensões dos Industriários), inaugurado em 1952.
Bairro limítrofes: Rincão, Vila Nova, Vila Rosa, Guarani e Roselândia.
Limites: Estância Velha
Áreas: 2,1 km²
Habitantes: 4.181
Residências: 1.926
Indústria: 45
Comércio: 17
Serviços: 245

Ouro Branco
O nome é uma referência à empresa da fronteira do Estado que adquiriu o Matadouro Provenzano e o batizou com o novo nome.
Bairros limítrofes: Rondônia, Pátria Nova, Ideal, Boa Vista e Industrial.
Área: 0,7 Km²
Habitantes: 3.717
Residências: 1.292
Indústrias: 64
Comércio: 401
Serviços: 272

Pátria Nova
O bairro chegou a se chamar São Miguel e Ideal antes de ser regulamentado na década de 1950. Os primeiros moradores foram os familiares de Pedro Treis, Frederico Treis, João Henckel e Frederico Henckel e a primeira casa do local sedia uma escola pública, na avenida 1º de março.
Bairros limítrofes: Ouro Branco, Ideal, Centro, Boa Vista e Rio Branco.
Área: 1,28 Km²
Habitantes: 4.354
Residências: 2.086
Indústria: 70
Comércio: 215
Serviços: 383

Petrópolis
Este bairro só foi criado em 1983, desmembrado do Rincão. Os primeiros ocupantes da área foram os imigrantes açorianos, por volta de 1822. Essas pessoas, no entanto, tiveram pouco sucesso pela pobreza do solo e também por não se adaptarem bem ao local. A maioria migrou para outras regiões do Estado.
Bairros limítrofes: Rincão, Primavera e Boa Saúde.
Limites: Estância Velha
Área: 1,19 Km²
Habitantes: 4.163
Residências: 1.185
Indústria: 39
Comércio: 52
Serviços: 116

Primavera
O primeiro nome do bairro Primavera foi bairro da Limpeza. Ele era conhecido assim devido ao lançamentos de dejetos na rua Oswaldo Cruz. Até 1940 existiam apenas duas ruas na área: Boa Saúde e Da Limpeza.
Bairros limítrofes: Boa Saúde, Rincão, Rio Branco, Ideal e Liberdade.
Limites: São Leopoldo
Área: 6,69 km²
Habitantes: 7.463
Residências: 2.194
Indústrias: 114
Comércio: 211
Serviços: 309

Rio Branco
Até 1940, o bairro era chamado de Mistura pelos moradores do Centro, pela diversificação das famílias que ali residiam. Entre os descendentes de alemães estavam os Killing, Lampert, Streb, Jaeger, Selbach, Gehlen, Klaser, Lichtler, Kruse e Brenner. Eles viviam em harmonia e solidariedade com os negros, onde se destacava a família Lara.
Bairros limítrofes: Pátria Nova, Operário, Ideal, Centro, Vila Rosa, Rincão e Primavera.
Área: 1,1 km²
Habitantes: 4.642
Residências: 2.062
Indústria: 147
Comércio: 1.017
Serviços: 1.066

Rincão
Antes da chegada dos alemães, o Rincão foi ocupado por imigrantes portugueses de Ilhéus-Açores. Muitos não obtiveram sucesso e os que ficaram só sobreviveram com muito esforço. O povoamento se deu com o desenvolvimento econômico da cidade e a necessidade de abrigar migrantes vindos de outras regiões do Estado.
Bairros limítrofes: Operário, Rio Branco, Primavera, Boa Saúde e Petrópolis.
Limites: Estância Velha
Área: 1,6 Km²
Habitantes: 6.125
Residências: 1.556
Indústria: 115
Comércio: 214
Serviços: 360

Rondônia
Onde hoje está o bairro Rondônia, o imperador Dom Pedro II se instalou com seus soldados, quando veio visitar o Estado para conferir o projeto de imigração alemã. Por isso, o primeiro nome do local foi Kaiserwald, ou Floresta Imperial. No bairro, fica localizado hoje o Parque Floresta Imperial.
Bairros limítrofes: Canudos, Boa Vista, Pátria Nova, Ouro Branco, Industrial e Santo Afonso.
Área: 2,79 Km²
Habitantes: 11.781
Residências: 3.436
Indústria: 169
Comércio: 257
Serviços: 489

Roselândia
Uma plantação de rosas, propriedade de Kurt Schönwald, originou o nome do bairro Roselândia. Inicialmente a área foi ocupada por açorianos.
Bairros limítrofes: Operário, São José e Diehl.
Limites: Dois Irmãos, Ivoti e Estância Velha.
Área: 5,921 Km²
Habitantes: 5.994
Residências: 1.470
Indústria: 16
Comércio: 55
Serviços: 60

Santo Afonso
O nome é uma homenagem ao padre católico Afonso, irmão de Aloysio Hoffmann Schmidt, responsável pelo primeiro loteamento do bairro. O lote número Um foi adquirido pelas Máquinas Enko.
Bairros limítrofes: Liberdade, Industrial, Rondônia, Canudos e Lomba Grande.
Limites: São Leopoldo
Área: 8,6 Km²
Habitantes: 23.823
Residências: 4.298
Indústria: 127
Comércio: 238
Serviços: 326


São Jorge
Surgido a partir da expansão de Hamburgo Velho. No bairro existe um poço artesiano há mais de duas décadas, considerado "a maior riqueza do lugar?. Foi perfurado por Francisco Correa Lopes e está localizado na rua Pedro Boll Filho.
Bairros limítrofes: Diehl, São José, Hamburgo Velho e Canudos.
Limites: Campo Bom e Dois Irmãos
Habitantes: 11.043
Residências: 3.120
Indústria: 127
Comércio: 205
Serviços: 347

São José
Foi uma das primeiras áreas da cidade ocupada pelos imigrantes alemães, a partir de Hamburgo Velho. Durante muitos anos, era a principal ligação entre Hamburger Berg e Dois Irmãos. O nome é uma homenagem aos católicos, maioria entre os colonizadores.
Bairros limítrofes: Vila Nova, Operário, Hamburgo Velho, Guarani, Roselândia, Diehl e São Jorge.
Área: 2,4 Km²
Habitantes: 5.851
Residências: 1.443
Indústria: 62
Comércio: 153
Serviços: 144

Vila Nova
Ganhou este nome quando foi criado o loteamento. no limite dos bairros Guarani e São José. Atualmente abriga o Campus II do Centro Universitário Feevale.
Bairros limítrofes: São José, Guarani, Operário, Centro e Hamburgo Velho.
Área: 1,62 km²
Habitantes: 5.491
Residências: 2.399
Indústria: 89
Comércio: 127
Serviços: 302

Vila Rosa
É uma homenagem à Rosa Adams, esposa de Pedro Adams Filho, proprietário das terras. A Vila Rosa foi a primeira vila projetada do município, pelo engenheiro Jorge Schury. Também é o único bairro que não tem praça, pois a área de lazer virou sede do Esporte Clube Adams, atual Complexo Esportivo Feevale.
Bairros limítrofes: São José, Rio Branco, Rincão, Operário, Guarani e Centro.
Área: 0,44 km²
Habitantes: 1.961
Residências: 1.848
Indústria: 26
Comércio: 86
Serviços: 222

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